terça-feira, 14 de outubro de 2014

ALL STAR GAMES STREETBAL - regras 2014

CONHEÇA AS REGRAS DO STREETBALL

Regras de streetball para meia quadra
1. Contagem de pontos
1.1 Qualquer cesta dentro da área de 3 pontos valerá 1 ponto (um ponto).
1.2 Qualquer cesta feita com arremesso fora de área de 3 pontos valerá 2 pontos (dois pontos).
1.3 Ao termino do jogo, as faltas serão computadas e cobradas em lance livres.
1.3.1 Falta sem cesta – cada falta acumula DOIS lances livres para equipe ao termino da partida.
1.3.2 Falta com cesta – cada falta acumula UM lance livre para equipe ao termino da partida.
2.Tempo de posse e jogo
2.1 Cada partida terá a duração de 20 minutos (vinte minutos) ou vinte e um (21) pontos.
2.2 Não há limite de posse de bola.
3.Regras gerais.
3.1. Cada vez que a posse de bola se alternar, o detentor da mesma, deve “limpar a jogada” levando a bola para fora da linha de 3 pontos.
3.2. O atleta pode conduzir, andar ou cometer infrações quando estiver com a posse de bola desde que não utilize estes dribles para partir para a cesta ou finalizar com arremesso.
3.3 O espírito da desportividade (fairplay) deve ser sempre colocado em primeiro lugar, respeitando a integridade física e moral do adversário . Cabendo punição aqueles e a suas equipes que não cumprirem esta norma.
Estas regras já foram utilizadas com muito sucesso, tornando o jogo alem de competitivo, mais dinâmico e descontraído, sem perder o seu carater de formação educacional e social que é inerente ao basquetebol como esporte, em torneios no Brasil, Dallas-US e Harlem-US.
* Elaboração: Alberto Bial – Head Coah da LUB
Regras de streetball para quadra inteira
1. Tempo de jogo e posse
1.1. O jogo terá quatro períodos, sendo que cada período terá 12 (doze) minutos corridos de duração. Com intervalos de 5 e 10 minutos entre os quartos.
1.2. Tempo de posse de bola por ataque será de 30 segundos.
1.3. Tempo para se cruzar a linha média será de 10 segundos.
1.4. O atleta poderá permanecer mais de 5 segundos com a posse de bola desde que neste período esteja praticando algum movimento específico do Streetball.
2. Regras específicas para aplicação dos dribles.
2.1. Cada movimento de Streetball terá duração máxima de 3 segundos, após este período será computada uma infração.
2.2. O “drible” poderá ser usado apenas na finta, na construção da jogada. Na passada para bandeja ou em qualquer outro movimento que vise a cesta, qualquer movimento fora do basquete tradicional será considerado uma violação.
2.3. Será considerada falta de ataque qualquer contato físico mais violento aplicado pelo atacante sobre defensor, na tentativa de aplicar o drible.
As demais regras do basquete de quadra ficam mantidas até segunda análise, podendo ser alteradas, de acordo com as necessidades e desenvolvimento do esporte.
Glossário
Ala - jogador que normalmente recebe a bola do armador, atua mais pelas laterais da quadra.
Andar - violação marcada quando o jogador que está com a posse de bola dá mais do que dois passos sem levá-la ao chão. Outra situação em que a violação pode ser marcada é quando a pessoa recebe a bola, permanece com ela por mais de um segundo e então, sem quicar a bola, dá dois passos.
Armador - esse é o jogador que dirige o time e é quem fica mais tempo com a bola nas mãos; é o armador que passa as ordens do treinador para o time, além de organizar jogadas ofensivas e realizar os contra-ataques.
Arremesso - tentativa de marcar pontos jogando a bola na cesta.
Assistência - um passe dado a um companheiro que resulta em cesta.
Ballers – jogadores de basquete de rua que não visam só pontuar, mas sim tirar onda e aturdir o adversário.
Bandeja – neste texto, o arremesso em que o jogador se aproxima bastante da cesta, apenas “largando” a bola, com ou sem o uso da tabela.
Bola ao ar - bola jogada ao alto pelo árbitro para que dois jogadores adversários possam começar ou recomeçar o jogo.
Bola Presa - ocorre quando dois jogadores pegam a bola ao mesmo tempo, e nenhum deles está disposto a soltá-la. Então, o árbitro efetua a “bola ao ar” para que o jogo continue.
Caneta - jogada característica como no futebol. O jogador joga a bola entre as pernas do adversário.
Cesta de três - arremesso que vale 3 pontos e que tem de ser executado antes da linha do três, que fica a 6,25m da tabela. Na NBA essa distância é de 7,24m.
Corta-luz - ocorre quando um jogador coloca-se à frente de um adversário impedindo que este marque um companheiro de sua equipe.
Crossover - quando o jogador que está com a bola a quica de um lado para o outro, usando uma mão e depois a outra.
Enterrada - jogada em que o atleta toca ou até se agarra ao aro depois de “enfiar” a bola na cesta, ou “socar” a bola na cesta com uma ou duas mãos.
Hurrycane - passar a bola com a mão direita entre as pernas, só que por trás, até o lado esquerdo. O balanço da jogada faz com que ela pareça uma dança.
Jump shot - em posição de equilíbrio, o jogador flexiona as pernas, pula e arremessa no ar.
Linha de lance livre - a linha que marca o lugar no qual os atletas devem arremessar a bola quando sofrem faltas passíveis de lance livre.
Linha dos três pontos, linha de três - um arco na quadra feito a 6,25 m da cesta; os arremessos feitos detrás dessa linha valem três pontos. Na NBA essa distância é de 7,24m.
Pivô - posição usualmente ocupada pelo maior jogador da equipe, que joga pelo meio do garrafão, é o centro das jogadas de ataque e o principal responsável pelos rebotes.
Ponte aérea - um jogador joga a bola para o alto e perto da cesta. Um outro jogador da mesma equipe pega a bola (no ar) e enterra. É lindo!
Rebote - recuperação de uma bola que bateu na tabela (placa retangular que sustenta o aro) e não entrou na cesta. Pode ser tanto no ataque quanto na defesa.
Recuperação - ocorre quando um jogador rouba a bola do adversário e inicia um ataque.
Trotters - os Globetrotters, saudoso time de exibição do basquete-arte.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Pra viver o basquete como vivi, tem que amar, só amando mesmo








                Como a tempos não escrevo para meu blog de basquete, hoje sento em frente ao computador, com uma vontade enorme, falar sobre esse, que se tornou o maior em minha vida, não sei se no pais do futebol cheguemos a ser numero 1, 2, enfim, pouco me importa, aprendi a amar, e quando se ama, o resto é secundário.
Eu que nasci maior do que a média, média nacional, bom para o futebol ou não apto, então, como predestinado pelo Meu Deus, eis que ao se dar conta, uma bola velha amanheceu no meu portão, e daquele dia em diante, reconheci o que me fora dado, aceitei a benção, e fui lutar pelo meu, fiz por mim, fiz por você.
No começo, sozinho irmão, foi luta, me lembro bem, de bicicleta, cedinho, ia treinar, era eu, sem ninguém pra me aconselhar, uma bola uma tabela, sonhos e vontades, e foi assim, anos, manhã, tarde, o menino grande, sem amigos, mas cheio de sonhos que um dia seriam coroados, enfim, foram coroados, primeiro contrato, realizei, não, o destino que nos prega peças, sorri com nossa amargura, e os sonhos desmoronados nas trevas que se tornariam os anos seguintes, cirurgias, tratamentos, e a visão prejudicada, cego, parei, mas não desisti, continuei, sorri.
E a volta foi conturbada, o que era só continuava só, então, fui busca, olha que era um horário todas as terças e quinta, de inicio, quatro e meia as 5 e meia, e tinha que varrer a quadra, pense, inicialmente só, continuava os treinos, logo alguém se uniu, éramos dois, uns 2 meses éramos 10, não tinha mais pretensões profissionais, haviam se passado 3 anos, só queria brincar, correr pelo esporte, de 10 a 20 foram mais alguns meses, e logo, fortes em união, o primeiro convite, jogos abertos, vamos, apoio? Nenhum, bola, as nossas compradas pelo próprio querer, uniformes, os velhos e desgastados inúteis a outras modalidades, e fomos, guerreiros da derrota beirando o 150 a 20, que mesmo humilhados, voltariam a quadra, fome de bola, amantes do esporte, o resultado pouco importava, a vitoria era estar ali.
E daqueles, bem poucos continuam até hoje, guerreiros, só assim posso chamá-los, só assim me sinto, pois uma guerra, e dali a uma fase final foi uma evolução, em um ano, éramos mais do que um amontoado, era já um time, logo, apoios, um treinador, em um ano evoluímos 10, e assim foi-se um ano, até que, dispersados, divididos, quase paramos, fomos atacados e nos tentaram parar, não parei, não tem treinador, eu treino, inexperientes, humilde em admitir, cresci e evolui, não podia largar, não podia deixar acabar, e não acabou.
Os anos mais recentes, crescemos de novo irmão, time adulto que era único aqui, hoje, adulto, sub 18, sub 15, sub 13, masculino, time feminino, não digo que busquei e corri sozinho, Deus, e uma pá de amigo que jamais, jamais abandono, certo que alguns já se foram, outros chegaram, mas há aqueles que são constantes, cada um de seu jeito, mas constantes, unidos, e formadores dessa família, o tal basquetebol matinhos.
Hoje, nada pode nos parar, nada nos intimida, se querem briga, briga teremos, somos unidos, conhecedores das nossas lutas, não chagamos a onde chegamos a toa, e por isso nada pode nos abalar, se nos dão atenção, damos em dobro, lutamos, suamos nosso sangue pra chegar aqui, e não é qualquer barreira que nos tirará.
Então, eis que digo, afirmo, reafirmo se precisar, só quem ama, só quem sente orgulho, pode fazer a historia do seu esporte, se misturar a historia de sua vida, evidente, não há mais Leandro, há o Leandro do basquete, é assim com você? Sei que sim irmão, somos um só, somos mais, unidos somos basquete matinhos.



sexta-feira, 16 de setembro de 2011

2011 o bonde que teima em nao parar


Talvez pode ate parecer papo de quem perdeu, ou ainda, parecer desculpa pra quem não foi ao lugar mais alto do pódio, porem, pouco meu me importa o que vão pensar, falar ou insinuar, eu realmente  me sinto orgulhoso pelo caminho que trilhamos, todos os dias ao acordar, mesmo quando não falamos nada, nem uma palavra resume o olhar dos seus irmãos, que te sorriem e você é capas de entender, é satisfatório pra eles estarem ali com você.
Sei que me falta disciplina, sei que na verdade, me falta um poço de técnica, mas jamais me faltou amor, dedicação, e garra pra lutar ato o fim, sei que por varias e varias vezes pensei em desistir, e até mesmo, parar, simples assim, parar de jogar, larga mão e simplesmente me dedicar a coisas diferentes a minha vida, como cada um de vocês já o fez pelo menos uma vez nessa trajetória que chamamos basquete matinhos, mas no fim, pensei bem e vi, é o que eu amo, é o que me faz feliz, e pensei, a cada jogo perdido, a cada vitoria, foi tudo por um ideal, tudo não por uma vitoria, mas tudo por um sorriso, tudo por abraço amigo que diz, eu acredito em ti, eu acredito.
Então, no mais que pensemos diferentes, sorrimos e sonhamos um mesmo sonho, amigos, irmãos, de quadra, de vida, irmandade que se renova a cada jogo, que se fortalece como um laço forte, cheio de altos e baixos, mas acima de tudo, cheio, cheio de historia.
A historia é feita por aqueles que quebram barreiras, pense, todas as barreiras já pulamos, já fizemos historias, já sonhamos, já perdemos e já vencemos, já rimos e já choramos, juntos, sempre juntos, oramos, pedimos, e ganhamos, todos de braços postos, vozes graves, sorrisos felizes, 1,2,3 MATINHOS...